
Na opinião de Endrick, apenas duas vagas estão em aberto para a Seleção Brasileira na Copa do Mundo. Em entrevista a Revista Placar, o jogador destacou que vai lutar até o final para estar entre os 26 jogadores escolhidos por Ancelotti.
“Tem duas vagas entre os 26 jogadores e eu estou lutando por uma delas. Não só eu, como Igor Thiago, o João Pedro, o Richarlison e vários outros atacantes que atuam no Brasil. Vou seguir lutando até o final, fazendo o que for preciso para estar lá.”
Endrick também rejeitou qualquer rótulo. Na sua opinião, o melhor possível é que a Seleção seja um grupo forte e unido.
O jogador ainda deu o exemplo de Vini Jr como principal jogador, mas que não pode ter toda a responsabilidade nas suas costas.
“Essa coisa de ser ‘o cara do hexa’ não pode ser vista assim. O bom é a gente formar uma família, formar uma seleção dentro da seleção brasileira para a levarmos não só os jogadores, como toda a nação para dentro. Não pode ficar somente nas costas do Vini, que é um grande jogador. Acho que, se nos unirmos junto com a torcida, será a melhor coisa, um jogador a mais para todos os atletas e para a seleção brasileira. Então, seja quem for ‘o cara do hexa’, não será só um cara ou uma pessoa, mas um grupo e uma família.”
“Ninguém ganha sozinho” crava Endrick
Atuando na França com destaque após ter ficado sem espaço no Real Madrid, Endrick também é claro ao dizer que ninguém vencerá sozinho, e sim se houver uma família e um jogo coletivo.
“Sempre foi assim: nunca um jogador ganhou um campeonato sozinho. Um jogador, claro, pode ganhar um jogo sozinho, mas nunca um campeonato. Isso é bem claro. Se você jogar sozinho e não fizer as coisas pelo seu time, não vai ganhar. Então, realmente, tem que ser um jogo coletivo, uma família. É claro que alguns terão mais responsabilidade, mas não pode a pressão ser somente em um jogador.”
O atacante saberá se foi escolhido em 18 de maio, data da convocação final de Carlo Ancelotti.
