
Nesta sexta-feira, 24, um novo capítulo dos bastidores políticos do São Paulo aconteceu: o grupo STP, atualmente na oposição ao atual presidente Harry Massis, começou a articular um pedido de impeachment. A informação foi concedida inicialmente pelo UOL e confirmada.
Eles devem articular um pedido com o argumento de gestão temerária. Como ele fez parte da gestão de Casares, que teve as contas de 2025 rejeitadas, o entendimento é de que ele pode ser sancionado também.
Guerra nos bastidores
A articulação se inicia após Massis solcicitar a exclusão de Olten Ayres junto à Comissão de Ética. Agora, os conselheiros do grupo STP colhem assinaturas para que uma assembleia inicial ocorra por parte do Conselho Deliberativo.
Como funciona um processo de impeachment no São Paulo?
São necessárias 50 assinaturas de conselheiros para uma reunião ser convocada. Em seguida, o processo passa pelo Conselho Consultivo que emite um parecer e, consequentemente, a votação para determinação pelo afastamento inicial ou não.
Após a votação, em caso de o afastamento ser aprovado, uma nova assembleia, junto aos sócios, é realizada para sancionar a destituição Tudo isso ocorreu com Casares, que optou pela renúncia em vez de passar pela assembleia geral, buscando evitar a perda dos direitos políticos.
