
O São Paulo terá que se virar sem seu principal palco por alguns dias, mas a espera será curta. Nesta quinta-feira, 12, o Tricolor encara a Chapecoense no Canindé, pela quinta rodada do Brasileirão, mas já na próxima rodada como mandante o time estará de volta à sua casa.
A partida contra o Palmeiras, marcada para o dia 21 de março, um sábado, às 21h, será no MorumBIS. O clássico Choque-Rei marca o reencontro da equipe com seu estádio após o período de reforma no gramado, iniciada na última sexta-feira, 6.
A necessidade do replantio surgiu porque a grama não resistiu aos dias em que a estrutura ficou montada sobre o campo para a realização de shows. A reforma está sendo bancada pela Live Nation, empresa responsável pelos eventos, e executada pelas especialistas World Sports e Itograss. O prazo de conclusão não foi divulgado oficialmente, mas a promessa é de que tudo esteja pronto para o clássico.
Enquanto o MorumBIS não libera, o São Paulo acertou com a Portuguesa o aluguel do Canindé. A partida contra a Chapecoense será a única no estádio da Lusa — justamente no retorno do Brasileirão após o encerramento dos campeonatos estaduais.
Retrospecto positivo do São Paulo em casa
A volta ao MorumBIS é aguardada não apenas pela tradição, mas pelos números expressivos que o clube acumula jogando em seus domínios em 2026. Até aqui, foram cinco vitórias e apenas uma derrota, um aproveitamento de 83% que reforça a força do time atuando diante de sua torcida.
A média de público também chama a atenção: 29 mil torcedores por partida, gerando uma renda bruta total superior a R$ 8 milhões. O desempenho satisfatório dentro de casa reacende, nos bastidores, o debate sobre os impactos positivos (e negativos) do contrato com a Live Nation para a realização de shows internacionais no estádio. Por enquanto, o que vale é a expectativa para o Choque-Rei do dia 21.
