
Em coletiva realizada neste domingo (29), o zagueiro Ibañez, atualmente no Al Ahli, reforçou seu papel como “coringa” no esquema de Carlo Ancelotti na Seleção Brasileira. O defensor revelou conversas com o treinador sobre atuar na lateral-direita, função que já exerceu em seus clubes e que pode ser uma solução tática para equilibrar o time rumo à Copa do Mundo.
Versatilidade com foco defensivo
Apesar de ser zagueiro de origem, Ibañez afirmou estar pronto para o sacrifício tático. No entanto, ele ponderou que seu estilo na ala será focado na segurança defensiva, permitindo que os atacantes tenham mais liberdade.
O papel tático
“Se jogar na lateral, serei mais conservador. Vou fornecer segurança para o ponta atacar”, explicou.
Pronto para o que vier
O atleta destacou que seu objetivo é aproveitar as oportunidades, independentemente da posição.
De volante a zagueiro: a reviravolta de Ibañez no Fluminense
Ibañez relembrou que sua carreira mudou drasticamente por um improviso. Originalmente volante, ele aceitou jogar na zaga durante testes no Fluminense, mesmo sem experiência prévia na posição.
“Respondi que sim, mesmo que nunca tivesse jogado de zagueiro na vida. Fui bem e agarrei como a oportunidade da minha vida. Minha carreira deslanchou dali para a Atalanta e Roma”, relembrou.
Liderança em solo saudita
A transferência para o futebol da Arábia Saudita foi apontada pelo defensor como um divisor de águas para sua maturidade. Segundo ele, o fato de ter chegado ao Al Ahli como um dos nomes mais experientes o forçou a assumir uma postura de líder dentro e fora de campo, trabalhando aspectos mentais e profissionais.