
A edição de 2026 da Libertadores começa nesta terça-feira, 7, com um sabor especial para o Brasil. Se um clube brasileiro levantar o troféu no fim da competição, o país se tornará o maior campeão da história do torneio. E a missão começa já com seis representantes na fase de grupos: Fluminense, Cruzeiro, Mirassol, Palmeiras, Corinthians e Flamengo.
Nos últimos sete anos, o futebol brasileiro impôs um domínio inédito na Libertadores, com títulos consecutivos. Essa sequência elevou o Brasil a 25 conquistas, igualando a Argentina no topo do ranking histórico. Agora, um 26º troféu quebraria o empate e colocaria o país isolado na liderança.
Ranking de títulos por país da Libertadores (em lista):
- Argentina: 25 títulos, 13 vices – aproveitamento de 65,79%
- Brasil: 25 títulos, 20 vices – aproveitamento de 55,81%
- Uruguai: 8 títulos, 8 vices – aproveitamento de 50%
- Colômbia: 3 títulos, 7 vices – aproveitamento de 30%
- Paraguai: 3 títulos, 5 vices – aproveitamento de 37,5%
- Chile: 1 título, 5 vices – aproveitamento de 16,67%
- Equador: 1 título, 3 vices – aproveitamento de 25%
- México: 0 títulos, 3 vices – aproveitamento de 0%
- Peru: 0 títulos, 2 vices – aproveitamento de 0%
Jejum na Argentina
A última conquista argentina na Libertadores aconteceu em 2018, quando o River Plate venceu o Boca Juniors na final disputada em Madrid. Desde então, os hermanos amargam um jejum que já iguala o maior da sua história.
Entre 1987 e 1993, a Argentina também ficou sem títulos. A seca só terminou em 1994, quando o Vélez Sarsfield bateu o São Paulo de Telê Santana nos pênaltis. Se nenhum clube argentino vencer nesta edição de 2026, este será o maior período sem títulos do país na Libertadores.
